Nikolas Ferreira e a direta do Brasil: quando o deboche virou alerta para a esquerda
Quando a iniciativa de Nikolas Ferreira de promover a Caminhada da Liberdade e da Justiça foi anunciada, a reação imediata da mídia e da esquerda foi o deboche. Tentaram reduzir o movimento a uma encenação política, subestimando seu alcance e sua capacidade de mobilização. O que se vê agora, porém, é o oposto: a caminhada começa a se consolidar como um movimento real, capaz de despertar o país para as injustiças aplicadas seletivamente e para os escândalos recorrentes de corrupção que marcam o atual governo.
Menos emoção. Mais estratégia!
A direita brasileira começa, finalmente, a amadurecer politicamente. Depois de anos refém de reações impulsivas, disputas digitais estéreis e decisões tomadas no calor da emoção, o campo conservador dá sinais claros de que entendeu uma lição básica da política real: eleição se vence com estratégia, leitura de cenário e construção de longo prazo.
E 2026 já está em curso.
Nikolas Ferreira: do deboche ao protagonismo eleitoral
Uma das movimentações mais inteligentes deste ciclo foi a caminhada de Nikolas Ferreira. No início, foi tratado com deboche, rotulado como fenômeno passageiro e subestimado por analistas e adversários. Enquanto riam, ele fazia o que poucos fazem: organizava discurso, consolidava base e construía narrativa.
Hoje, gostem ou não, Nikolas é um dos maiores puxadores de votos da direita no Brasil — não por acaso, mas por método.
Flávio Bolsonaro e o jogo que não aparece nas redes
Outra peça-chave desse tabuleiro é Flávio Bolsonaro. Diferente da política performática das redes sociais, Flávio atua onde o poder realmente se move: nos bastidores. Com habilidade e cálculo, conseguiu retirar Tarcísio Freitas da corrida presidencial de forma elegante, sem desgaste público e sem rupturas internas.
Isso não é improviso. É engenharia política.
Pablo Marçal e a variável digital
Flávio também trouxe Pablo Marçal para o jogo. Pode-se gostar ou não do personagem — mas ignorar sua força é um erro primário. Pablo domina, como poucos, a lógica das redes sociais, e a eleição hoje passa, inevitavelmente, pelo ambiente digital. Quem despreza esse campo acaba falando sozinho diante do próprio espelho.
A disputa pela inteligência política
A esquerda sempre soube combinar emoção com estratégia — e isso foi, historicamente, sua principal vantagem. Parte dessa estratégia passou pela ocupação sistemática de espaços-chave: universidades, mídia e setores estratégicos do poder institucional. A diferença agora é que a direita começa a disputar esse mesmo território com mais preparo, menos impulsividade e maior sofisticação política. Quando isso acontece, o jogo muda.
2026 não é futuro. É presente.
Hoje, é impossível negar: Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro se consolidam como dois dos principais nomes capazes de puxar a direita em 2026. Não se trata de torcida, mas de leitura fria do cenário político.
Diferente de outros ciclos eleitorais, a possibilidade de vitória da direita não é remota. Ela é real, concreta — e cresce à medida que o campo conservador compreende que política não se ganha apenas gritando. Política se ganha pensando.
Quem entendeu o jogo antes, saiu na frente. E, desta vez, a direita parece ter aprendido que estratégia rende mais votos do que emoção descontrolada.
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