Marcela Passamani detalha ações da Secretaria de Justiça, fala sobre casamentos comunitários, Na Hora e não descarta disputar as eleições

Dedé Roriz: Secretária, o casamento comunitário virou uma marca da sua gestão. Como funciona o programa?

Marcela Passamani: O casamento comunitário é mais que uma cerimônia coletiva. Cada casal tem seu momento único. São 100 casais por edição, com estrutura completa: vestido, maquiagem, cabelo, transporte, fotos, decoração, música e tudo gratuitamente, por meio de parcerias. É a realização de um sonho, principalmente para mulheres que não teriam condições de bancar esse dia.


Odir Ribeiro: Quantos casais já foram atendidos?

Marcela: Já passamos de 800 casais desde a pandemia. Começamos com protocolos sanitários rígidos e o projeto cresceu muito. Hoje virou referência.


Dedé: Onde acontecem as cerimônias?

Marcela: Já fizemos no Museu da República, no Pontão do Lago Sul e a próxima edição será na Concha Acústica. A ideia é sempre escolher locais bonitos e simbólicos para que a experiência seja inesquecível.


Odir: Como a população se inscreve?

Marcela: Pelo site da Secretaria ou pelo Instagram da Sejus. As inscrições ficam abertas o ano inteiro. Se não casar em uma edição, vai para a próxima.


Dedé: O Na Hora continua sendo um dos serviços mais elogiados do DF. O que mudou na sua gestão?

Marcela: Reformamos as unidades, melhoramos o parque tecnológico, implantamos agendamentos online e ampliamos serviços. Hoje 70% pode ser resolvido digitalmente. Nosso foco é agilidade e conforto para o cidadão.


Odir: Quantas unidades existem hoje?

Marcela: São sete unidades, mais a de perícias médicas, e vamos inaugurar o Na Hora de Samambaia e o Na Hora Empresarial, voltado para abertura de empresas e serviços ao empreendedor.


Dedé: Fala do projeto GDF mais perto do cidadão.

Marcela: É uma ação itinerante. Levamos serviços diretamente às comunidades: identidade, orientação jurídica, assistência social, cursos, saúde e apoio a vítimas de violência. Muitas vezes identificamos problemas escondidos, como violência doméstica ou abandono de idosos. A busca ativa transforma vidas.


Odir: Você participa pessoalmente desses eventos?

Marcela: Sempre que possível. Gosto de sentir o território, conversar, ajustar o projeto. Política pública não pode ser distante, tem que ser olho no olho.


Dedé: Seu nome é sempre citado como possível candidata em 2026. Pretende disputar?

Marcela: É uma possibilidade. Toda mulher com trabalho e voto deveria considerar. Mas eu sou secretária do governador e respeito o projeto do grupo. Quem define o tabuleiro é ele. Eu estou pronta para servir onde for mais útil — distrital ou federal.


Odir: E a participação feminina na política?

Marcela: Ainda é muito difícil. Faltam mulheres nas nominatas e nos espaços de decisão. Por isso presido o MDB Mulher, promovendo formação política e incentivando novas lideranças. Precisamos de mais mulheres com voz ativa.


Dedé: Se surgir uma missão maior, você topa?

Marcela: Sem dúvida. Eu encaro como missão. Meu compromisso é trabalhar e melhorar a vida das pessoas.


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