Entrevista exclusiva para a Rádio Corredor | Por Camila Pasquarelli
Em uma conversa franca e marcada por declarações contundentes, o senador Magno Malta fez um balanço de mais de três décadas na política brasileira, revisitou momentos dramáticos de saúde e reafirmou bandeiras ideológicas que moldaram sua trajetória. A entrevista, concedida com exclusividade à Rádio Corredor, expõe o lado político e pessoal de um dos nomes mais combativos do conservadorismo nacional.
Agora, o Portal Política do Bem destaca os principais trechos e reflexões desse encontro.
Desde que ingressou na vida pública, em 1993, Malta afirma ter testemunhado um país em transformação. Para ele, o Brasil avançou em transparência institucional, tecnologia e participação popular, mas passou a conviver com mecanismos de poder mais sofisticados e difíceis de combater.
“Avançamos, mas a corrupção também se estruturou. A democracia brasileira ainda exige vigilância permanente”, resume.
A “velha política” como sistema, não como pessoas
Um dos pontos mais incisivos da entrevista é a crítica ao que ele chama de “método da velha política”. Segundo o senador, o problema não está apenas em nomes ou partidos, mas em práticas enraizadas: acordos de bastidores, concentração de poder e negociações pouco transparentes.
Na avaliação dele, qualquer tentativa de romper com esse modelo enfrenta resistência institucional, jurídica e midiática, tornando a disputa mais profunda do que simples divergências ideológicas.
Dor física, fé e propósito
Fora dos plenários, a batalha foi ainda mais íntima. Malta relembra o tumor na medula, cirurgias delicadas e dores crônicas que quase o afastaram definitivamente da vida pública.
Mesmo diante de prognósticos médicos pessimistas, decidiu continuar.
“A política nunca foi carreira; sempre foi chamado. Quem entende o propósito suporta o processo.”
A fé, segundo ele, foi o alicerce para seguir em frente quando o corpo já não respondia.
Lealdade e nova geração conservadora
Aliado histórico de Jair Bolsonaro, o senador também falou sobre fidelidade na política, tema que considera raro em Brasília.
Para Malta, permanecer ao lado de alguém em momentos de crise revela caráter — ainda que isso traga desgaste e isolamento.
Ele também enxerga o surgimento de jovens lideranças conservadoras como sinal de mudança cultural no país, citando o deputado Nikolas Ferreira como exemplo de uma nova linguagem que dialoga com as redes sociais e com o público mais jovem.
Um recado direto ao eleitor
Ao final, Malta deixou uma mensagem ao cidadão comum: o afastamento da política, segundo ele, apenas fortalece grupos organizados.
“Democracia não é espectador. É participação”, afirmou.
Entre embates ideológicos, dores físicas e convicções firmes, a trajetória do senador mistura resistência pessoal e longevidade política — marcas que ajudam a explicar sua permanência no centro dos debates nacionais.
📌 A entrevista completa está disponível no Portal Rádio Corredor: https://radiocorredor.com.br/eleicoes-2026/exclusivo-para-a-radio-corredor-entre-a-dor-e-o-dever-a-historia-de-resistencia-de-magno-malta-na-politica-brasileira/

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