Ricardo Vale defende investimento em educação, tarifa zero estudantil e gestão eficiente da saúde no DF

Política do Bem – Qual é a prioridade do seu mandato hoje?

Ricardo Vale – Educação pública. Desde 2017, quando mudamos a lei do PDAF, os deputados podem mandar recursos direto para as escolas. Isso transformou a infraestrutura. Já destinei mais de R$ 10 milhões para reformas, pintura, banheiros, cobertura e melhorias em mais de 100 escolas do DF.


Vocês percebem resultado prático dessas emendas?

Sim. Tem escola pública hoje que não perde em nada para colégio particular. A Secretaria de Educação tem executado bem os recursos. Isso faz diferença direta para alunos e professores.


O senhor também é ligado ao esporte. Como começou essa atuação?

Eu sempre joguei futebol. O esporte salvou minha vida e a dos meus irmãos. Por isso ajudo o Sobradinho Esporte Clube, que estava abandonado. Recuperamos o clube, voltamos à primeira divisão e destinamos emendas para o estádio. O esporte afasta os jovens do crime e melhora a saúde física e mental.


Sobre mobilidade: o senhor é um dos defensores da tarifa zero estudantil. Isso é viável?

Totalmente viável. O governo já subsidia o sistema. Defendo que estudante tenha transporte gratuito inclusive no fim de semana, para lazer, cultura e esporte. Isso gera emprego, movimenta a economia e garante o direito de ir e vir.


E a saúde pública do DF, onde está o problema?

Gestão. Não é falta de dinheiro. Muitas vezes sobra recurso. Falta planejamento, médicos em áreas estratégicas e política de prevenção. Precisamos evitar que a pessoa adoeça, porque tratar depois custa muito mais caro.


O senhor citou Cuba como referência em prevenção. O que viu lá?

Eles trabalham forte em atenção básica, prevenção, exames regulares e campanhas educativas. Isso reduz internações. Sugeri inclusive ao governador buscar médicos cubanos para suprir carências em especialidades onde faltam profissionais.


O senhor é contra a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro?

Sou contra. Quem planejou golpe tem que responder. Houve ataque ao patrimônio público e às instituições. Pode haver análise caso a caso, mas não pode haver impunidade.


Como o senhor avalia o momento do PT no DF?

O partido passou por um período difícil, mas está se recuperando. Elegemos três distritais. Agora precisamos unidade para 2026. Sozinhos ninguém ganha eleição majoritária.


A esquerda precisa de candidatura única ao governo?

Precisa dialogar. Temos bons nomes, como Leandro Grass e quadros do próprio PT. O importante é construir unidade para enfrentar a direita, que já saiu na frente.


E o seu futuro político? Vai tentar voos maiores?

Estou à disposição do grupo. Hoje minha tendência é disputar a reeleição para a Câmara Legislativa. Ainda tenho projetos para concluir. Depois, a gente avalia outros caminhos.


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